Por medidas mórbidas,
procuro morfemas simples,
verbalizações concretas como caneta e papel;
não me asseguro mais das formas que vem do além.
Para tanto, sossego;
dou-me tempo
(ele me doa pensamentos)
mas a regra me doa um só,
para agir um só:
semcontarcomcantosdistintos,gravurasdiversasdepensarmundos...
Perdi meus encantos bilíngues (um grifo vermelho me lembra)
na expressão prosaica da regra
que insiste sobre o que vive na virtualidade;
resolvido: parei!
a vida para (pára?!), ou melhor:
resolveram por mim os juízes mortos
das escrivaninhas e academias neo-nadísticas;
(nem o computador me salva!?...)
cá pra mim,
reformar-me-ia-se-formasse-trema-hifenizante!!!
sobre armários, processos e bolachas integrais...
6 horas atrás